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Criando meios: diálogos
entre design e tecnologia


Ciclo de Masterclass
#tecnologia  |  #design 


com
Nina Paim
André Burnier
Lucas Luz
Anàpuáka Tupinambá

Serviço

12/11*, 16/11
23/11, 30/11
19h30 ︎︎︎ 21h30
* excepcionalmente sábado, 10h-12h

R$650,00
ou 4x de R$162,50
Sobre

            Quais são os impactos da crescente digitalização no trabalho do criativo e do comunicador?

        Para entender um pouco mais sobre as intersecções entre programação, automação e virtualidade com o trabalho de designers e outros criativos, chamamos 4 grandes nomes que têm usado as novas fronteiras abertas pelo virtual para criarem suas próprias formas de trabalhar e navegar o mundo.

        O ciclo é formado por 4 palestras que consideram facetas diversas das temáticas Design + Tecnologia, e você terá a oportunidade de conversar e tirar dúvidas com esses especialistas.

Aula 1: 


Zonas digitais
de contato


com Nina Paim, dia 12/10, sábado.

Quais processos de inclusão e exclusão operam num espaço digital? Como podemos nos encontrar digitalmente através das diferenças e tecer textos juntas? Para a teórica estadunidense Mary Louise Pratt, a “zona de contato” é um lugar de muitas emoções. Pode ser um lugar perigoso onde as pessoas se entendem mal, mas também pode ser um meio através do qual pessoas aprendem umas com as outras e chegam a compreensões mútuas. Partindo desse conceito teórico e das experiências editoriais da plataforma feminista de design e política Futuress, esse curso pretende compartilhar práticas e táticas de escrita e editoração coletiva, entendendo o texto como um espaço denso e contestado de trocas e transformações.



Sobre Nina Paim


Designer gráfica, baseada na Suiça, Nina Paim estudou design na Esdi (Rio de Janeiro) e na Gerrit Rietveld Academie (Holanda). Criou a Escola Aberta, uma escola temporária de design, que esteve em atividade no RJ em 2012. Em 2019, foi curadora convidada da 26th International Biennial of Graphic Design, realizando a exposição Taking a Like for a Walk. Co-diretora da Futuress (futuress.org), plataforma feminista e queer de aprendizado e publicação .





Aula 2

Programação criativa no design: processos, aprendizados e angústias de um designer que aprendeu a programar.


com André Burnier, dia 16/11.

Em sua fala, André Burnier vai expor o processo de criação e desenvolvimento de ferramentas customizadas para design. Ao dissecar o processo de abstração de design gráfico para código, vamos discutir alguns dos desdobramentos de pensar design através de algoritmos.



Sobre André Burnier


André Burnier atua como designer gráfico, programador criativo e professor. Em 2016 se formou Mestre em Design Gráfico pela AKV | St. Joost (Holanda), e desde então desenvolve uma pesquisa sobre a intersecção entre design e programação, onde explora o design generativo com desenvolvimento de ferramentas para fazer design. Integrou a equipe de projetos de grande escala, como a criação da identidade visual do Rio Carnaval 2022.


Aula 3

Inteligência artificial como ferramenta de trabalho criativo: o que é, como usar e quais são as implicações.


Com Lucas Luz, dia 23/11.

O objetivo dessa fala é discutir o uso de inteligência artificial como ferramenta de criação em colaboração com o trabalho humano. O foco será nas ferramentas de texto para imagem e as consequências a curto e longo prazo dessa forma de criação imagética.



Sobre Lucas Luz


Atualmente trabalhando na &Walsh, Lucas Luz é designer, diretor de arte e entusiasta de tecnologia. Seus trabalhos misturam direção de arte, design gráfico e 3D para criar narrativas para marcas e projetos culturais. O designer já esteve por trás de projetos para o Google, Netflix, TED, Mailchimp, T-Mobile, Opera e Melissa.


Aula 4

Etnomídia Indígena ao Banco Indígena: empreendedorismos indígenas sem perder a ternura.


com Anàpuaká Tupinambá, dia 30/11. 

Anàpuáka Tupinambá vai falar sobre meios para chegar ao fim das lutas e à autonomia dos povos indígenas no Brasil, partindo de conceitos que prosperaram, impactaram e geraram produtos e serviços indígenas a partir das tecnologias da comunicação – que dizimam ideias de que os povos indígenas são apenas um, apresentando a diversidade étnica indígena e suas especificidades sociais culturais econômicas políticas, além da invisibilidade dos livros de história.


Sobre Anàpuáka Tupinambá 


Fundador da primeira rádio indígena do país, a Rádio Yandê – com o objetivo de dar visibilidade e conectar os mais de 300 povos indígenas do Brasil – criou o conceito da Etnomídia Indígena. Filho de Pindorama, da Nação Tupinambá, ancião e avô, é comunicador, empresário e, em 2011, sua trajetória foi reconhecida pelo Prêmio Mozilla Firefox: Libertadores da Web.






︎︎︎Inscrições


Atenção: Nossos pagamentos agora são realizados pela Cielo.
Pagamentos via pix, cartão de débito e crédito em até 4x.

︎︎︎Bolsas


1/3 das vagas de todos as nossas atividades são destinadas à bolsas integrais. Para se candidatar basta preencher o formulário.







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